Mostrando postagens com marcador Retalhos de cetim. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Retalhos de cetim. Mostrar todas as postagens
23.2.10
Acaso ou sorte?
Quando pensamos em algo que queremos muito... às vezes nem é concreto, fato ou material. Ficamos a pensar nas possibilidades, dando brechas para o destino trabalhar... pensamos, pensamos, pensamos, pensamos, pensamos e pensamos mais... quando de repente acontece! Acaso ou sorte?
12.2.10
9.2.10
11.1.10
De volta pro meu aconchego...
27.12.09
Enfim!
15.12.09
22.11.09
28.10.09
7.10.09
Sempre soube que chegaria lá.
Sempre tive muita confiança em cada passo que dei.
Cada coisa em seu lugar, uma coisa de cada vez.
Com calma, eu sabia que conseguiria, tudo.
Fase a fase, passo a passo, com paciência.
O futuro que eu sempre quis,
nada mais me faria feliz. Eu sei.
As conquistas que sonhei em ter,
as vitórias que imaginei pra mim.
Parece surreal, me sinto eufórica em pensar...
mas é verdade, tá chegando... tá chegando!
Sempre tive muita confiança em cada passo que dei.
Cada coisa em seu lugar, uma coisa de cada vez.
Com calma, eu sabia que conseguiria, tudo.
Fase a fase, passo a passo, com paciência.
O futuro que eu sempre quis,
nada mais me faria feliz. Eu sei.
As conquistas que sonhei em ter,
as vitórias que imaginei pra mim.
Parece surreal, me sinto eufórica em pensar...
mas é verdade, tá chegando... tá chegando!
4.10.09
2.10.09
A famigerada fome
Procurando receitas pela internet (após aquela compra do mês cheia de novidades para testar na cozinha)... começa a dar aquela famosa boquinha nervosa. Vendo tantas coisas gostosas, não tem como não querer comer! Aff.
E se tem uma coisa que eu adoro neste momento é macarrão! Rápido e a cada vez que faço, mais gostoso (depende da fome). Geladeira cheia mas a vontade é básica... macarrão alho e óleo. Hmmm, eu adoro! Cebola, alho, meio tomate, muita azeitona, salsinha, molho inglês e azeite. A mistura sempre dá certo e vontade de repetir. O molho inglês desta vez, foi devido à lariquinha, mas caiu super bem! Ficou uma delícia!!!!
E agora, super satisfeita, volto as receitas... que amanhã tem Salmão ao molho de manteiga e alcaparras. Sou louca por salmão!
E se tem uma coisa que eu adoro neste momento é macarrão! Rápido e a cada vez que faço, mais gostoso (depende da fome). Geladeira cheia mas a vontade é básica... macarrão alho e óleo. Hmmm, eu adoro! Cebola, alho, meio tomate, muita azeitona, salsinha, molho inglês e azeite. A mistura sempre dá certo e vontade de repetir. O molho inglês desta vez, foi devido à lariquinha, mas caiu super bem! Ficou uma delícia!!!!
E agora, super satisfeita, volto as receitas... que amanhã tem Salmão ao molho de manteiga e alcaparras. Sou louca por salmão!
21.9.09
Medo do tempo
Vira e mexe me pego olhando foto antigas. Passo pelas memórias de um tempo que passou com tanto gosto, amor e carinho que as lembranças vem como filmes na minha cabeça. A cada foto, me lembro de uma risada, um carinho, aquele conselho bêbado, aquele abraço molhado em lágrimas, um ciúmes, uma dança e várias, mas centenas de músicas...
Pra mim, rever minhas fotografias é como voltar ao passado em uma máquina do tempo. Sentir cada emoção, chorar cada saudade, rir cada lembrança. É intenso, triste, bom, angustiante e promove certo alívio também. Cada sentimento em seu devido lugar, ocupando o espaço que se deve preencher. As mágoas esquecidas e toda felicidade guardada no peito, para que neste momento em que olho para foto, ela transborde e faça até doer, de tão boa e bela.
Relembrar minha vida por fotografia é como estar em seu próprio filme. Quando a foto é recente, o filme pode ser um drama ou um suspense besta. Quando tem certo tempo, é filme água-com-açúcar. Mas quando tem o tempo certo para doer no peito, é romance, dos bons. É chorar pelo rosto que era diferente, pelo sorriso bêbado, pelo beijo saudoso, pela blusa que você nem imagina onde ficou, pelos amigos que não vê, pelos abraços que não consegue mais sentir, por toda energia que você sente na lembrança.
Saudade é um sentimento esquisito mesmo. É bom e pode ser tão bom, que fica triste. Que dá vontade de chorar. Que aperta tanto o coração, que nem mesmo o riso da fotografia pode aliviar aquela tristeza. A tristeza da impotência. A tristeza em estar longe. A tristeza dos que não estão mais aqui. Queria poder, por esta noite que seja, sentir de novo algumas pessoas e poder dizer a elas o quanto foram e são importantes na minha memória.
A vida é mesmo uma caixa de surpresas e nós, que achamos que detemos de todo poder, não temos é nada. Nenhum controle, nem mesmo autoridade para saber o que será daqui a pouco. Daqui a pouco, passarão mais alguns anos e a saudade, só será maior. Infinitamente maior.
Pra mim, rever minhas fotografias é como voltar ao passado em uma máquina do tempo. Sentir cada emoção, chorar cada saudade, rir cada lembrança. É intenso, triste, bom, angustiante e promove certo alívio também. Cada sentimento em seu devido lugar, ocupando o espaço que se deve preencher. As mágoas esquecidas e toda felicidade guardada no peito, para que neste momento em que olho para foto, ela transborde e faça até doer, de tão boa e bela.
Relembrar minha vida por fotografia é como estar em seu próprio filme. Quando a foto é recente, o filme pode ser um drama ou um suspense besta. Quando tem certo tempo, é filme água-com-açúcar. Mas quando tem o tempo certo para doer no peito, é romance, dos bons. É chorar pelo rosto que era diferente, pelo sorriso bêbado, pelo beijo saudoso, pela blusa que você nem imagina onde ficou, pelos amigos que não vê, pelos abraços que não consegue mais sentir, por toda energia que você sente na lembrança.
Saudade é um sentimento esquisito mesmo. É bom e pode ser tão bom, que fica triste. Que dá vontade de chorar. Que aperta tanto o coração, que nem mesmo o riso da fotografia pode aliviar aquela tristeza. A tristeza da impotência. A tristeza em estar longe. A tristeza dos que não estão mais aqui. Queria poder, por esta noite que seja, sentir de novo algumas pessoas e poder dizer a elas o quanto foram e são importantes na minha memória.
A vida é mesmo uma caixa de surpresas e nós, que achamos que detemos de todo poder, não temos é nada. Nenhum controle, nem mesmo autoridade para saber o que será daqui a pouco. Daqui a pouco, passarão mais alguns anos e a saudade, só será maior. Infinitamente maior.
27.8.09
Eu bebo, como e durmo com eles. Durkheim, Marx, Saussure, Bagno, Acízelo, Tosi e Mattoso. Difícil não conceituar a vida... a minha vida. Rodeada de preceitos, linguística e toda dialética. Posso dizer que por alguns momentos quero esquecer e deitar-me sem nenhum fluxo de pensamento, mas no fundo... lá no fundo da minha consciência, eu sou todos eles.
24.8.09
23.8.09
Das palavras ela vem, me acode e me espreme em agonia e ansiedade de ser. Vêm como um turbilhão de ideias e com vontade própria. Daquelas que não se cozinha, não se amorna, nem se faz esperar. É bem daquelas que amassa o peito e rasga os pulmões de ar. Um ar de tanta força que chega a faltar fôlego para entender o que há de ser todo este turbilhão efêmero e desesperado.
Será ela que está toda prosa e cheia de si? Ou serão as palavras que saem das folhas amareladas e que tanto a fazem espirrar? Depois de tanto tempo, ela se sente viva novamente em meio a seu mundinho-mundano. Ela se reencontrara com tudo aquilo que sempre foi, mas que deixou em pedaços largados e tristes, por todo caminho.
De fato chegara longe, sim, ela tinha futuro e é toda cheia dele. Mas correu tanto e foi tão longe que esquecera dos pertences e das partes do corpo que ficaram para trás dos sonhos. As partes agora se juntam e dançam como se recitassem um poema de Drummond ou coisa assim. Estavam todas felizes e cheias de tudo aquilo que era tão forte e belo, que nem ela conseguira descrever.
Eram as palavras que a encontravam novamente. O cheio de lembrança do livro que abrira. Os vincos das folhas que teimavam em ficar. O amarelo que espelhava seu rosto ansioso e eufórico. Eram das palavras simples, da prosa e do verso que ela degustava seu doce deleite... em ser tudo aquilo que sempre foi, que sempre será.
Será ela que está toda prosa e cheia de si? Ou serão as palavras que saem das folhas amareladas e que tanto a fazem espirrar? Depois de tanto tempo, ela se sente viva novamente em meio a seu mundinho-mundano. Ela se reencontrara com tudo aquilo que sempre foi, mas que deixou em pedaços largados e tristes, por todo caminho.
De fato chegara longe, sim, ela tinha futuro e é toda cheia dele. Mas correu tanto e foi tão longe que esquecera dos pertences e das partes do corpo que ficaram para trás dos sonhos. As partes agora se juntam e dançam como se recitassem um poema de Drummond ou coisa assim. Estavam todas felizes e cheias de tudo aquilo que era tão forte e belo, que nem ela conseguira descrever.
Eram as palavras que a encontravam novamente. O cheio de lembrança do livro que abrira. Os vincos das folhas que teimavam em ficar. O amarelo que espelhava seu rosto ansioso e eufórico. Eram das palavras simples, da prosa e do verso que ela degustava seu doce deleite... em ser tudo aquilo que sempre foi, que sempre será.
19.8.09
A Rita levou meu sorriso... - Parte I
Paulista, balzaquiana, bem sucedida, solteira-bem-resolvida e alto astral. Laura fazia terapia à dez anos e morria de medo que recebesse alta. As sessões eram como muletas para que ela estivesse sempre firme e com seu status de mulher maravilha.
Tinha uma apartamento decorado, livros interessantes, homens maravilhosos que ligavam diariamente atrás de um encontro. Era formada em jornalismo e tinha uma carreira sólida e invejável em uma grande empresa na Paulista. Tinha o carro do ano, amigos fiéis e uma família presente e estruturada. Laura tinha tudo o que queria, havia conquistado tudo o que planejou para ter aos trinta, mas tinha algo... havia algo que ela invejava e nunca poderia ter.
Havia o Fernando. O cara, o partidão, o bonitão, solteiro e o que ela queria. Já tiveram alguns encontros casuais, já ficaram trêbados e já haviam transado algumas vezes. Ela, fingia não quere-lô e ele, louco por ela, fingia não enxergar que ela também era louca por ele.
Faziam três malditos anos que eles estavam neste vai-e-vem, trocando olhares no hall, gentilezas e conversa fiada nos intervalos para o café. Ela não queria entregar o jogo, e ele queria que ela mostrasse interesse. Laura nunca se gabou e nunca deu a impressão que se achasse a última bolacha do pacote, mas Fernando era linguarudo e adorava ter atenção toda voltada para si. Ele tinha um caso antigo, um caso de amizade-amor-traição-ódio-e-sexo. Ele tinha a Rita, e a Rita era o problema de Laura. Bastavam cinco minutos do cigarro e do café, bastava que Laura estivesse por perto. Laura não aguentava mais e já havia chegado ao ponto de levar Rita para a terapeuta. Rita era o motivo de todo seu desconforto, de todas especulações e de toda imaginação que Laura conseguia ter.
Era uma quarta, daquelas noites abafadas, onde todos amigos tinham compromisso e só sua televisão e seu pote de Haagen-Dazs lhe faziam companhia.
Tinha uma apartamento decorado, livros interessantes, homens maravilhosos que ligavam diariamente atrás de um encontro. Era formada em jornalismo e tinha uma carreira sólida e invejável em uma grande empresa na Paulista. Tinha o carro do ano, amigos fiéis e uma família presente e estruturada. Laura tinha tudo o que queria, havia conquistado tudo o que planejou para ter aos trinta, mas tinha algo... havia algo que ela invejava e nunca poderia ter.
Havia o Fernando. O cara, o partidão, o bonitão, solteiro e o que ela queria. Já tiveram alguns encontros casuais, já ficaram trêbados e já haviam transado algumas vezes. Ela, fingia não quere-lô e ele, louco por ela, fingia não enxergar que ela também era louca por ele.
Faziam três malditos anos que eles estavam neste vai-e-vem, trocando olhares no hall, gentilezas e conversa fiada nos intervalos para o café. Ela não queria entregar o jogo, e ele queria que ela mostrasse interesse. Laura nunca se gabou e nunca deu a impressão que se achasse a última bolacha do pacote, mas Fernando era linguarudo e adorava ter atenção toda voltada para si. Ele tinha um caso antigo, um caso de amizade-amor-traição-ódio-e-sexo. Ele tinha a Rita, e a Rita era o problema de Laura. Bastavam cinco minutos do cigarro e do café, bastava que Laura estivesse por perto. Laura não aguentava mais e já havia chegado ao ponto de levar Rita para a terapeuta. Rita era o motivo de todo seu desconforto, de todas especulações e de toda imaginação que Laura conseguia ter.
Era uma quarta, daquelas noites abafadas, onde todos amigos tinham compromisso e só sua televisão e seu pote de Haagen-Dazs lhe faziam companhia.
Assinar:
Postagens (Atom)





























